img class=alignnone size-full wp-image-1147 src=http://jornalmaceio.com.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_6289-e1499287005838.jpg alt= width=675 height=900 /A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), divulgou, na manhã desta quarta-feira (5), a previsão do tempo até a próxima quinta-feira (6) é de chuvas isoladas. A Sala de Alerta também emitiu aviso meteorológico em relação ao aumento na intensidade dos ventos em toda a faixa litorânea.

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De acordo com o balanço sobre a pluviometria, da Defesa Civil da capital, entre os meses de abril e julho, foram registrados 1.539 mm, número 22,5% maior que o esperado. Em Maceió, no entanto, o registro de chuva já ultrapassou o quantitativo esperado para os quatro meses, superando a média histórica de 1.256 milímetros, fato que não era registrado há oito anos.

A Defesa Civil aponta também outro dado da pluviometria que chama a atenção: nos últimos dois meses, o volume de chuva registrado em Maceió já alcançou a média de 83% do quantitativo esperado para todo o ano. Somente em julho, nos três primeiros dias do mês, já choveu 63,2 mm dos 273,7 mm previstos. O quantitativo representa 23% do volume esperado. O que preocupa o órgão é a concentração das precipitações em um curto período.

Em junho, por exemplo, o volume de chuva registrado nos últimos três dias do mês correspondeu a 70% do que era esperado para os 30 dias. Já em maio, o volume esperado era de 382 milímetros. Ao final do mês, o registro foi de 691 mm, quantitativo que foi 81% maior. Deste total, somente nos dias 26 e 27 foram registrados 227 mm, que corresponde a 60% da média histórica de maio.

Com a chuva frequente, as barreiras ficam encharcadas e a possibilidade de deslizamentos é maior, assim como também a queda de árvores por conta da força do vento e do volume de água pluvial, explica Dinário Lemos, que é titular da Defesa Civil de Maceió.

Os números do volume de chuva esperado para os meses da quadra chuvosa seguem os dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Para estabelecer a média, o órgão observou um período de 30 anos, entre 1961 e 1990, o que gerou um quantitativo para cada mês do ano, com atenção especial para os quatro meses em que as precipitações são mais intensas.

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